13:12. Sonhei com você essa noite. Sonhei que estávamos juntos, estávamos felizes. No meu sonho eu até segurava sua mão.
Estranho como somos egoístas com o coração, né. Dessa vez eu deixei ele tomar as rédeas da situação e olha só no que deu, são 13:00 da tarde e eu estou deitada com medo de abrir as janelas e ver você.
Sonhei com você e quando acordei fiquei olhando pro teto, me perguntando que porra estou fazendo comigo e não cheguei a nenhuma conclusão.
Dizem que se você não da nomes ao sentimento, logo ele morre. Mas acho que já é tarde, né. Já dei água a raiz. Já deixei a flor brotar e agora vou ter que me segurar para deixá-la morrer em paz.
Desculpa se sou tão escandalosa e te tiro da sua zona de conforto pra simplesmente mostrar que você é incrível demais pra se sentir tão só.
Mas como já diz o título, esse é o meu último texto sobre você. Ouvi dizer que quando gostamos muito de alguém, devemos fazer o que é melhor pra ela, mesmo que não seja o melhor pra gente. Estou te deixando em paz.
Vou seguir meu caminho, vou conhecer garotos legais, vou viajar pra praia, pro interior, e pra todos os lugares que me deixam feliz. Tentando procurar a paz que você me traz.
As vezes deixar ir também é uma prova de amor, espero que você saiba que essa é a minha.
No meu sonho você sorria pra mim como criança sorri pro pirulito e eu sorria pra você como palmeirense sorri pro mundial.
Quando alguém te faz tão feliz, quando a saudade aperta e quando você não sabe explicar, talvez seja a hora de deixar partir.
Brenda disse que eu sou poesia, uma das mais bonitas que ela já leu, talvez você não saiba ler e eu nem culpo você por isso.
Esse é o meu último texto sobre você, sobre como você é tão incrível que eu te deixo ir.
Não sei como terminar esse texto, nem sei se era pra ter um fim, mas prefiro deixar assim, uma hora morre, uma hora perde a importância, uma hora eu esqueço.






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